Os efeitos da tecnologia para a educação

É importante ressaltarmos que em pleno século 21, a tecnologia para a educação precisam andar juntas.

Podemos dizer que a nova geração de brasileiros já nasceram imersos no mundo digital. Tornando, assim, as metodologias de ensino, atrasadas.

Dessa forma, escolas precisaram ir em busca de soluções mais inovadoras para integrar os estudos a realidade digital dos jovens.

Com o tempo, o investimento em tecnologia para a educação foi surgindo e mostrando como ela é necessária para o processo de ensino nas escolas.

 

Os benefícios da tecnologia para a educação

  • Melhor avaliação do desempenho de cada estudante, tornando, assim, mais fácil adaptar a matéria ao déficit de conhecimento de cada aluno.
  • Aulas mais interessantes. A tecnologia desperta o interesse no jovem, que, consequentemente, acaba prestando mais atenção às aulas.
  • Aumenta a motivação e a autoconfiança dos alunos, já que estes estão muito bem familiarizados com o universo digital.

Em resumo, aulas mais dinâmicas, produtivas e criativas, alunos mais motivados e engajados. Esses são os efeitos da tecnologia para a educação.

Sim, é exatamente assim que deveria ser. Trazer benefícios a todos os jovens estudantes, desde de ensino fundamental, aos ensinos superiores.

 

A tecnologia e a educação durante a pandemia

Apesar de tantos benefícios, existem pontos que podemos considerar, de fato, críticos. Já que apesar de toda a inovação tecnológica, as condições sociais da população brasileira não evoluem.

A questão “desigualdade social” precisa ser levada em conta para que os efeitos da tecnologia para a educação sejam completamente eficientes.

Pesquisas do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), nos mostram que em 2018, 58% das residências brasileiras não possuíam computadores e 33% não tinham acesso à internet.

A falta de recursos sociais afetam o desenvolvimento, principalmente à educação.

O que vemos hoje durante a pandemia é assustador. Devido ao isolamento, as escolas foram obrigadas a parar com aulas presenciais e cumprir a carga horária de aulas virtualmente.

Eis que o baque da desigualdade social veio a tona. Sem internet e acesso a um computador, que seriam considerados recursos básicos para o ensino, é praticamente impossível seguir tendo aulas online para um enorme número de jovens estudantes.

Isso sem falar na falta de capacitação de professores a este universo digital.

Sem dúvida, acreditavam que a tecnologia seria a solução para a educação durante a pandemia. Mas, infelizmente este cenário não foi 100% positivo.

Podemos usar como exemplo o ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio). Como avaliar de forma igualitária estudantes que continuam tendo aulas em formato virtual, com alunos que sequer tem acesso a internet? Apesar do adiamento da data da prova, muitos alunos de regiões mais carentes optaram por desistir este ano, já que estariam muito atrás na preparação.

Ao mesmo tempo, para não tornar essa situação ainda mais crítica, muitas redes de televisão tem disponibilizado transmissão das aulas em canal aberto. Outros professores tomam iniciativa de imprimir todo o material das aulas gratuitamente para que seus alunos não fiquem sem os estudos. E operadoras de celulares tem liberado internet gratuita para regiões mais carentes.

De fato, são ações genuínas e que estão ajudando muitos estudantes a continuarem seus estudos. Porém, a solução para este problema não depende somente de ações solidárias e da tecnologia.

 

Como vimos, trazer a tecnologia para os jovens estudantes têm um poder benéfico muito grande. 

A expectativa de desenvolvimento na educação existe e continua crescendo, acreditando que toda a inovação transformará os jovens de hoje, em melhores adultos e profissionais no futuro.

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